14 de jul de 2020

Nutrição e cuidados preventivos evitam enfermidades na avicultura

Para aproveitar o máximo potencial das aves, é importante manter a saúde animal e seguir as normas de biosseguridade nas granjas. Isso resultará não só no melhor desempenho produtivo, como também na prevenção dos desafios enfrentados atualmente.

Melina Bonato, gerente de P&D da ICC Brazil, empresa especializada na produção de soluções inovadoras para a nutrição animal à base de aditivos de levedura, defende que implantar o manejo correto e atender às exigências nutricionais dos animais, além dos cuidados sanitários, são medidas que possibilitam prevenir grande parte das enfermidades mais comuns da avicultura.

“Não há dúvidas de que a nutrição é um fator determinante na produção animal e está diretamente relacionada ao desempenho animal e ao custo da produção. Além do uso de ingredientes de qualidade, que atendam às exigências nutricionais em cada fase, é possível também utilizar aditivos alimentares que possam ter impactos na nutrição animal, visando à segurança alimentar do produto final”, afirma Melina.

A prevenção de enfermidades e contaminações é um grande desafio na avicultura, especialmente considerando o cenário onde o uso de antibióticos como promotores de crescimento é proibido ou restrito. Uma das alternativas é o uso de produtos à base de leveduras, como o ImmunoWall®, da ICC Brazil, que atuam sobre o sistema imune, favorecendo uma resposta mais rápida deste na presença de um patógeno ou antígeno.

Tratamento de resíduos da avicultura

Para evitar enfermidades, também é necessária a atenção das granjas com os resíduos produzidos pela avicultura, que podem ser a cama de frango, excretas de poedeiras ou as carcaças de animais mortos. Todos eles são fatores que causam, não só impacto na saúde e bem-estar animal, como também no meio ambiente quando não manipulados corretamente, podendo, além disso, atrair moscas, roedores, cascudinhos e gerar doenças através da disseminação de patógenos.

O tratamento de resíduos pode ser feito de duas maneiras: compostagem e biodigestão. No caso das carcaças, pode-se ainda realizar a incineração; no entanto, neste caso, não haverá aproveitamento dos resíduos finais.

“Ao realizar o tratamento de resíduos corretamente, o composto final ou biofertilizante oriundo da cama e excretas poderá ser utilizado em culturas vegetais – que, por sua vez, podem se tornar ingredientes de qualidade para a nutrição animal”, explica a Analista de P&D da ICC Brazil,  Liliana Borges. Já o produto final da compostagem de carcaças só deverá ser aproveitado para adubação de culturas florestais e jardinagem, devido às questões sanitárias. Ressaltando que casos de contaminação graves e/ou que possam ser de risco à saúde humana, o indicado é a incineração.

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