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Suplementação nutricional na seca com PEDDG

Ração peletizada sendo colocada em cocho diante de bovinos em pasto seco

Suplementação nutricional na seca: como o PEDDG entra no planejamento da pecuária

A suplementação nutricional é uma ferramenta de planejamento para atravessar a época de seca com mais previsibilidade. Quando o pasto perde qualidade e disponibilidade, o produtor precisa observar o consumo, a condição dos animais, a água e a oferta de forragem antes de definir qualquer ajuste na dieta. Neste artigo, o PEDDG é apresentado como uma alternativa de ração peletizada para sistemas de pasto, semiconfinamento ou confinamento, sempre com adaptação e orientação técnica compatíveis com o rebanho.

Por que a seca exige mais atenção à dieta

O período seco costuma alterar a quantidade e o valor nutritivo da forragem disponível. A planta pode apresentar menor proporção de folhas e maior presença de material fibroso, o que torna especialmente importante acompanhar a digestibilidade e o consumo. Não basta observar a cor do pasto: lotação, altura, acesso ao cocho, qualidade da água, categoria animal e histórico de desempenho também influenciam o resultado.

O objetivo da suplementação não deve ser tratado como uma promessa automática de ganho. Ela precisa complementar o que o pasto oferece e fazer parte de um plano que considere custo, logística, mão de obra e metas realistas. Em caso de dúvida, uma análise de forragem e a avaliação de um profissional habilitado ajudam a evitar excesso, falta ou mudança brusca no fornecimento.

O que observar antes de suplementar

Forragem, água e acesso

Antes de iniciar, o produtor pode registrar a condição do pasto, a disponibilidade de cocho e a distância que os animais percorrem até a água. Cochos insuficientes favorecem competição e consumo irregular. Água limpa e acessível é parte da dieta, não um detalhe separado, porque o consumo de matéria seca e o conforto térmico dependem de hidratação adequada.

Categoria e objetivo do lote

Gado em gestação, animais em crescimento, recria e terminação têm necessidades diferentes. O plano também muda quando a intenção é preservar condição corporal, sustentar ganho, acelerar a recria ou preparar o lote para acabamento. Por isso, uma taxa de fornecimento citada para uma categoria não deve ser transferida automaticamente para outra.

Como o PEDDG é descrito no material original

O texto-base descreve o PEDDG como uma ração peletizada de dieta total com DDG de milho, farelo de amendoim, leveduras, ionóforos, simbióticos, adsorventes, vitaminas A, E e D e núcleo completo de minerais peletizados. Também menciona fibras, minerais, vitaminas, proteínas, energia, prebióticos e probióticos vivos. Essas informações devem ser conferidas no rótulo, na ficha técnica e nas condições de registro e uso aplicáveis ao produto comercializado.

Na prática, o produtor deve confirmar lote, composição, validade, armazenamento e recomendação de uso antes de comprar ou distribuir a ração. A forma peletizada pode facilitar o manejo e a uniformidade do fornecimento, mas não elimina a necessidade de acompanhar sobra, consumo, comportamento e resposta dos animais. O resultado de uma fazenda não deve ser apresentado como garantia para todas as propriedades.

Adaptação e rotina de fornecimento

A adaptação gradual é uma medida prudente sempre que uma nova dieta concentrada é introduzida. O cocho precisa estar limpo, protegido de chuva quando necessário e dimensionado para reduzir disputa. Nos primeiros dias, vale acompanhar se todos os animais chegam ao alimento, se há rejeição, empanzinamento, fezes muito alteradas ou queda de consumo. Qualquer sinal clínico exige avaliação veterinária.

O material original cita, para gado de corte em gestação a pasto, uma referência de 0,7% do peso vivo por animal ao dia na primeira semana e 1,2% depois. Esses números são parte do conteúdo fornecido pelo anunciante e não substituem uma recomendação individual. Peso, escore corporal, qualidade do pasto, composição do produto e objetivo do sistema podem exigir outro manejo. A alteração deve ser feita com acompanhamento técnico e medição do consumo real.

Suplementação em pasto e semiconfinamento

Em sistemas de pastagem, a ração pode ser usada para complementar nutrientes quando a forragem não atende ao objetivo produtivo. O semiconfinamento combina pasto com oferta de concentrado no cocho e, segundo o texto-base, costuma trabalhar com uma faixa de 1% a 2% do peso vivo. Essa faixa é apenas uma descrição geral do sistema; a formulação, o manejo e a resposta precisam ser ajustados ao lote.

A decisão de adotar semiconfinamento envolve mais do que a quantidade de ração. O produtor deve calcular disponibilidade de área, capacidade de cocho, frequência de abastecimento, custo do concentrado, preço esperado do boi e risco climático. Também é importante definir como será feita a leitura de desempenho: pesagens, escore corporal, consumo estimado e registros sanitários tornam a decisão mais objetiva.

Recria, terminação e diferentes aditivos

O artigo original menciona produtos comerciais associados à formulação e cita V-MAX 50® VIRGINIAMICINA VM, da PHIBRO®, e ZIMPROVA® NARASINA, da ELANCO®. Como nomes, indicações e regras de uso dependem do produto registrado e da legislação vigente, qualquer decisão deve partir da bula, do rótulo e da orientação do responsável técnico. Não é prudente comparar desempenho ou declarar superioridade sem ensaio, contexto e dados verificáveis.

O mesmo cuidado vale para as referências a controle de parasitas internos e externos. A descrição comercial de tecnologia não substitui um programa sanitário, diagnóstico e tratamento adequado. Carrapatos, mosca-dos-chifres e bernes podem exigir medidas específicas, e o uso de aditivos deve respeitar carência, indicação e segurança para os animais e para os alimentos.

Indicadores para acompanhar o resultado

Um bom acompanhamento começa antes do primeiro fornecimento. Registre número de animais, categoria, peso ou estimativa consistente, condição corporal, área, disponibilidade de forragem, quantidade distribuída e sobras. Depois, compare a evolução do lote em intervalos definidos. Consumo irregular, cocho vazio por longos períodos ou excesso de sobra podem indicar problema de acesso, palatabilidade, dimensionamento ou ajuste da dieta.

Também convém separar efeito da suplementação de outros fatores. Chuva, temperatura, sanidade, genética, manejo do pasto e mudança de lotação interferem na resposta. Em vez de atribuir todo ganho ao produto, o produtor pode comparar registros, custos por animal e margem do sistema. Essa leitura ajuda a decidir se o PEDDG faz sentido para aquela fazenda na próxima seca.

Cuidados de segurança, armazenamento e responsabilidade

A ração deve ser armazenada em local seco, ventilado e protegido de contaminantes, seguindo as instruções do fabricante. Sacos ou bags danificados, produto úmido, mofo, odor estranho e presença de pragas são sinais para interromper o uso e solicitar avaliação. A mistura com outros ingredientes só deve ocorrer quando prevista e tecnicamente indicada.

O planejamento também inclui segurança dos trabalhadores, controle de acesso ao cocho e descarte correto de embalagens. O produtor deve manter registros de compra, lote, quantidade fornecida e orientação recebida. Em sistemas que utilizam medicamentos ou aditivos, cumprir as exigências de uso responsável protege o rebanho, o consumidor e a reputação da cadeia da carne.

Como transformar a seca em um plano de manejo

Uma sequência simples pode ajudar: avaliar o pasto, separar os lotes por categoria, conferir água e cochos, calcular o custo da dieta, definir a adaptação, registrar o consumo e revisar o plano com base nos indicadores. O PEDDG pode ser considerado dentro dessa rotina, desde que sua composição e indicação sejam confirmadas e que a taxa de fornecimento seja adequada ao sistema.

O conteúdo comercial e técnico sobre o produto está disponível na página da Agro2Business. Para ampliar canais de compra e venda de resíduos e subprodutos, o produtor também pode consultar o marketplace da Agro2Business. A escolha final deve combinar informação do fornecedor com avaliação independente da fazenda.

A proximidade dos meses mais secos e frios traz aos pecuaristas produtores a necessidade de planejar a dieta do rebanho para evitar perder os ganhos de desempenho dos animais conquistados nos meses mais chuvosos. No período de estiagem, quando os pastos passam a não apresentar níveis satisfatórios de proteína, vitaminas e minerais, recomenda-se aos produtores fornecer uma suplementação nutricional aos bovinos para manter positivos os índices zootécnicos e, consequentemente, a produtividade e a rentabilidade da fazenda. “Sem o balanço de consumo proteico e energético adequado para a boa digestibilidade do pasto, o boi perde boa parte do peso ganho no período de águas”, pontua o zootecnista Luciano Morgan, gerente de categoria Bovinos de Corte da área de Ruminantes da DSM.

Alinhada aos principais desafios da pecuária, a EcobioAgroNutri, responsável pela ração peletizada de Dieta total PEDDG a base de DDG de milho,  farelo de amendoim, leveduras, ionóforos, simbióticos, adsorventes, vitaminas A.E.D + núcleo completo de minerais peletizados, que contribuem para melhorar o desempenho dos bovinos. Contém alta técnologia que fornece a composição adequada de fibras, minerais, vitaminas, proteínas, energias, prebióticos e probióticos vivos para engorda acelerada de bovinos. O foco em levar inovações para aos clientes trouxe tecnologia ENDO ECTO a ração PEDDG, a qual forncece controle homeopático contra parasitas internos e externos, sendo então solução eficaz no combate de mosca do chifre, carrapatos e bernes em bovinos.

Para os pecuaristas que produzem bovinos de corte em sistemas de pasto, a suplementação nutricional dos animais ajuda a manter os resultados positivos tanto na época de águas como em seca. Uma recomendação do modo de utilizar o PEDDG seria :-Gado de corte em gestação a pasto, primeira semana fornecer 0,7% do peso vivo do animal/dia. Após a primeira semana subir o fornecimento para 1,2% do peso vivo do animal/dia;

O fornecimento de nutrientes que contribuem para melhorar os índices zootécnicos evitam o risco de perda de peso do rebanho. Para esse sistema no atual momento de transição, em que os pecuaristas começam a se preparar para o período de seca, a equipe da EcoBioAgroNutri em trabalho com a equipe Agro2Business está a disposição para auxiliar os pecuaristas na adaptação do PEDDG de acordo com o regime adotado.

Entre os produtos da ração PEDDG indicados para suplementar o rebanho no período de seca, destaque para o V-MAX 50 ® VIRGINIAMICINA VM da PHIBRO ®, indicado para bovinos de corte em crescimento produzidos em sistemas de pastagem em período seco, permitindo bom desempenho dos animais mesmo com a queda de qualidade dos pastos. E para os bovinos na fase de terminação ou recria mais acelerada, a recomendação é o ZIMPROVA ® NARASINA da ELANCO ®, (Maior resultado que RUMENSIN /BOVENSIN – MONENSINA SÓDICA), indicado para bovinos em crescimento e em engorda produzidos preferencialmente em pastagens com adequada disponibilidade e que, como diferencial, otimiza o desempenho dos animais.

Para intensificar a produção em sistemas de pastagem, uma opção cada vez mais utilizada pelos pecuaristas brasileiros é o semiconfinamento, considerado um “meio termo” entre o confinamento e a suplementação em pastagens. É um sistema que se baseia em nutrição e engorda em pasto, com fornecimento de ração concentrada em cocho, entre 1% e 2% do peso vivo do animal.


Com 1,2% de consumo do PEDDG ® do peso vivo do animal, é possível manter 1 animal de engorda para cada 1.200m2 de pasto.Isso significa, que em 1 alqueire serão engordados 20 animais , ou seja, 20 animais de engorda por alqueire, 5x mais animais por alqueire que a pecuária extensiva. Aos produtores que optam pelo sistema de confinamento no período de seca, as tecnologias desenvolvidas pelo PEDDG, têm resultados comprovados ao gerar animais pesados e bem-acabados, porém é necessário uma avaliação individual pela nossa equipe sobre o rebanho.

Esses e outros benefícios produtivos são gerados pela associação equilibrada de macro e micronutrientes com os Mmnerais no PEDDG, além de vitaminas e aditivos naturais, como leveduras. Mas há ainda a melhor eficiência alimentar; redução de problemas digestivos, como o timpanismo; rápida adaptação dos animais; aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento; e menor incidência de animais com acidose. “São questões que impactam positivamente toda a cadeia da carne e beneficiam os consumidores”, reforça.

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